quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Diálogos para a Gestão - 2ª Edição com o tema Vigilância Sanitária e Participação Social em Ouvidoria: Diagnóstico e Perspectivas

Com o objetivo de discutir o papel das ouvidorias na melhoria da gestão pública e ampliar a discussão sobre participação social, a Ouvidoria da Anvisa promoveu a 2ª Edição do Diálogos para a Gestão com o tema “Vigilância Sanitária e Participação Social em Ouvidoria: diagnóstico e perspectiva”.


O evento realizado no dia 6 de dezembro, no auditório da Anvisa, em Brasília, contou com a participação de representantes das Vigilâncias Sanitárias dos 26 estados e do Distrito Federal, das ouvidorias de órgãos e empresas públicas e servidores da Agência.

Foram realizadas duas mesas de debate. A primeira contou com a palestra do professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp, Bruno Konder Comparato, tendo como debatedores, Jairo Bisol (Promotor do MPDFT) e Gerson Domont (Conselheiro Estadual de Sáude/PA).

No período da tarde foi ministrada palestra pela professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Ediná Alves Costa, com a participação dos debatedores, Carlos Saraiva e Saraiva (Secretaria Estadual de Saúde do Distrito Federal) e Ivanilde Vieira Batista da Articulação Nacional de Educação Popular e Saúde (ANEPS).

Durante o evento foi lançada a publicação “Falando de Ouvidoria para a Vigilância Sanitária” e apresentado o hot site “Conhecer para Participar”, espaço educativo da Ouvidoria no portal da Anvisa destinado ao cidadão.

Fonte: Ouvidoria/ANVISA

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Disponibilizamos, abaixo, texto do Dr. Carlos Saraiva e Saraiva, que palestrou no evento da Ouvidoria da Anvisa Diálogos para a Gestão - 2ª Edição com o tema Vigilância Sanitária e Participação Social em Ouvidoria: Diagnóstico e Perspectivas, realizado no dia 06/12/12, em Brasília:                                        


A Ouvidoria Pública pode se constituir em um importante canal de Participação Social.

Todo canal possui dois extremos que se comunicam e interagem. Comunicação, que deve ser livre, independente e de confiança mútua.
  
Em um dos extremos, está o Estado, do outro, a sociedade, mais precisamente o povo, indivíduos à procura do reconhecimento de sua cidadania.
Entre os extremos, compondo o canal, estão o governo, as instituições.  
A sociedade, composta por sua diversidade; os movimentos sociais, laicos e religiosos e os partidos.
Esta comunicação, sofre as influências normais de uma sociedade capitalista.
O Estado expressa esta comunicação, em seu componente, Democrático e Legal. Traduzido em uma sociedade capitalista moderna como um Estado Liberal Democrático de Direito. O Estado Liberal Democrático de Direito, repousa no respeito às leis, com uma burguesia e um sistema burocrático consolidado em que a base está na defesa dos direitos dos indivíduos e a interação com os deveres coletivos. Aqui se apresenta o grande obstáculo à esta interação. É o nosso Estado, Liberal, Democrático e de Direito?
  
O Brasil na realidade ainda não formou uma concepção Liberal, na sociedade dominante. Ainda temos uma burguesia em disputa, Uma classe dominante, oligárquica, patrimonialista, conformando um Estado privatizado, alicerçado, não no reconhecimento e respeito aos direitos de cidadania e sim na disputa estimulada por privilégios. O individuo vale como uma moeda de troca. Vivemos, então em um Estado Oligárquico de Privilégio. Assim , não temos uma Democracia Formal, Institucional e muito menos Democracia Social. O Jogo de troca de influências e favores, fortalece a desigualdade e a injustiça, não podendo se consolidar um regime Democrático. O Estado se distancia do povo, e este o vê, como um ente abstrato. A elite, fortalece o distanciamento, o qualificando como ineficiente e incapaz de resolver os problemas da população, o captando para suas exclusivas transações. O Povo, é submetido ao discurso ideológico da classe dominante e procura o Estado na obtenção de privilégios, desqualificá-lo e o máximo, exercer um tímido controle, o denominado "controle social", que ao fim e ao cabo, termina sendo "controlado" pelo próprio Estado.
   
E o Governo?
  
O Governo conservador, oriundo da classe dominante e das oligarquias que detêm o poder, facilita, conserva e aprofunda esta relação desigual, antidemocrática e não participativa. Tem para isso , os poderes político, financeiro e de comunicação ao seu lado.
  
Os descaminhos, as trocas de favores e de influências mais rumorosas e a corrupção, são tidos e analisados, sobretudo pela mídia comprometida, como "desvios" e " mazelas", próprias de um Estado corrupto e as responsabilidades individualizadas, descoladas do governo. Quanto cinismo e hipocrisia.
  
Mas o quadro, muda, quando um governo, mesmo pertencente à classe dominante, tenta se aproximar ou abrir um canal com o povo. A primeira crítica, o denomina de "populista". Depois, o famoso discurso da "corrupção". Agora não mais o Estado como alvo e sim o governo "corrupto" que atenta contra o "Estado Democrático de Direito". Quanto cinismo e hipocrisia.
   
Os desvios, os acontecimentos, se transformam em "escândalos", responsabilizados, movimentos sociais, partidos, lideranças, que estão ou apoiam o governo, com o desejo de "subverter a ordem", "tomar e assaltar o poder do Estado", partidarizá-lo, loteá-lo, com a intenção de se "perpetuarem no poder", em defesa de ideologias, atentatórias ao regime "democrático.
Quanto cinismo e hipocrisia.
  
Este discurso se repete, as vezes, como tragédia, como no suicídio de Vargas em 54 e no golpe civil-militar de 64. E agora , não sendo possível a tragédia tanto do suicídio como do golpe civil-militar, se repete como uma farsa, contra o PT e suas lideranças, em especial Lula. Agora a ira da classe dominante é maior, pois o governo é oriundo de um governo de esquerda e de um líder popular, saído da classe dominada. Imaginem se as condições internas e externas fossem favoráveis, o golpe teria sido perpetuado, o que tentaram sem êxito em 2005. A ira aumentou pois o golpe não veio e o governo se reelegeu com seu líder popular, mudando o país, incluindo e distribuindo renda, abrindo canal para uma classe ascendente.
  
A pretensa sofisticação do discurso, está em desqualificar a Politica, judicializando-a. A pretensa e cínica sofisticação está em dizer, que a "corrupção" é o grande problema do Brasil e a "causa" de todos seus males. Para sensibilizar o povo, dizem que a "corrupção", dificulta e é causa das péssimas condições dos serviços públicos. Dizem ainda que a corrupção nasceu e ou se intensificou nos últimos 10 anos(governos petistas). Ora, a "corrupção" é consequência de um Estado Oligárquico de Privilégios, construído por esta mesma elite, que ao se apropriarem dele, privatizando-o, prioriza o privado e o lucro, para uma minoria, em detrimento do público para a maioria da população. Ora a "corrupção" não nasceu nem intensificou-se agora e sim tornou-se mais transparente pelo combate e as ações governamentais nos últimos 10 anos. Ademais, aparentemente aumentou pela "escandalização" politica. Este enfrentamento, é feito porque sabem que o PT, ganhou o governo e não o poder. Sabem que para governar e transformar o Estado o PT precisa hegemonizar essa ampla coalizão. Isso é "intolerável".
  
Aí o grande papel da participação popular e as ouvidorias jogam com um protagonismo importante.
Abrindo um canal para o povo se apoderar do Estado, pois o Estado é construído por ele. E só ele pode transformá-lo em um Estado Democrático Popular de Justiça Social.
   
Carlos Saraiva e Saraiva

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

II Encontro Nacional do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária – SNVS

A Diretoria de Coordenação e Articulação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (DSNVS) e o Núcleo de Assessoramento em Descentralização das Ações de Vigilância Sanitária (Nadav) promoveram a II edição de 2012 do II Encontro Nacional do do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária – SNVS, realizado nos dias 27 e 28 de novembro no Auditório do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, em Brasília.

O encontro teve como objetivo, discutir de forma tripartite temas de interesses de todo o SNVS. Um destes temas, foi a proposta que transfere para os estados e seus municípios os procedimentos de concessão das Autorizações de Funcionamento de Empresa (AFE) e das Autorizações Especiais (AE) de farmácias e drogarias.
Na mesa de abertura, a Ouvidora da Anvisa em sua fala abordou sobre as reclamações referentes ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, obtidas nas reuniões dos dias 03 e 04 de julho de 2012 e das reclamações que a Ouvidoriarecebe a respeito da morosidade dos processos das AFEs.

Estiveram presentes no evento, entre outros, os representantes das vigilâncias sanitárias dos municípios e os coordenadores de vigilância sanitária dos estados.

Fonte: Ouvidoria/ANVISA






 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mesa de Controvérsias sobre Agrotóxicos

A Ouvidora da Anvisa, Eliana Pinto, esteve presente nos dias 20 e 21 de setembro, no evento intitulado “Mesa de Controvérsias sobre Agrotóxicos”, na sede da Conab, em Brasília.

O evento teve como objetivo, estimular o Estado Brasileiro a tomar iniciativas concretas de curto, médio e longo prazo para a redução do uso dos agrotóxicos e para isto, contou com a participação de diversos órgãos públicos, associações entre outros.

A presidenta do Consea, Maria Emília Pacheco, afirmou no documento do encontro que, “Fundamentalmente, esse debate pretende fazer ponderações sobre o alcance e validade dos argumentos subjacentes às ações públicas e privadas que contribuem para o Brasil ter uma participação tão significativa no mercado de agrotóxicos do mundo”.

O encontro foi realizado pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) em parceria com a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Fonte: Ouvidoria/ANVISA

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

I Seminário Nacional de Redes Sociais e E-Gov


A Ouvidoria da Anvisa participou do I Seminário Nacional de Redes Sociais e E-Gov, que aconteceu nos últimos dias 11 e 12, na cidade de Florianópolis. O evento multitemático foi voltado para agentes públicos e estudiosos da Administração Pública que reconhecem a importância da utilização das Redes Sociais na melhoria do relacionamento e prestação de serviços ao cidadão.

A Ouvidora palestrou sobre o histórico das Ouvidorias, o novo papel das Ouvidorias e sobre a rede social da Anvisa (TWITTER).

O Seminário reuniu Jornalistas formados, acadêmicos e funcionários de Órgãos Públicos de diversos estados, como Bahia, Minas Gerais, Brasília e São Paulo.

Fonte: Ouvidoria/ANVISA

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Texto

Para melhor entender o processo de participação das Agências Federais Brasileiras, apresentamos o texto da Senhora Lúcia Helena Salgado:

Análise de Impacto Regulatório

A Análise de Impacto Regulatório (AIR) é um instrumento de aperfeiçoamento da eficácia e da eficiência da atividade regulatória, que auxilia o regulador a focar nos seus ditames legais. É parte de um processo de fortalecimento da governança regulatória, podendo ser visto como um conjunto de recomendações de procedimentos a serem adotados para melhor informar o processo de tomada de decisão em regulação.
No marco atual das agências brasileiras, o legislador já definiu com clareza o objetivo último, de atendimento ao interesse publico por parte das agências reguladoras.
Nesse caso, a AIR torna-se ferramenta útil para a escolha das medidas que melhor atendem a esses objetivos – da forma mais eficiente possível.
Algumas das boas práticas recomendadas pela OCDE1 para uma adequada implementação da AIR – “envolver o público extensivamente” e“conferir publicidade aos resultados” – estão previstas no marco legal brasileiro das agências regulatórias e já foram incorporadas à sua prática, sob a forma de audiências públicas, consultas públicas e divulgação das razões que motivaram às decisões. Certamente há diferenças quanto ao nível de qualidade e de profundidade, mas esse aspecto da AIR já é uma rotina no Brasil.
Nesse sentido, o projeto de lei nº 3.337/04, a Lei das Agências, em trâmite no Congresso, prevê em sua atual redação a instituição da consulta pública prévia para todas as agências, bem como a publicação do material técnico e dados que embasaram a proposta.
A Consulta pública é o processo pelo qual as partes interessadas informam o regulador a respeito de uma política potencial. É uma ferramenta útil para aumentar a transparência, a eficiência e a efetividade da regulação, bem como para reduzir os custos inerentes a ela. Considerando a função estrita de informar o regulador, a consulta pública oferece dados condizentes com a ótica da parte afetada, bem como possibilita considerar efeitos que inicialmente não seriam percebidos. Além disso, possibilita a utilização de dados relativos aos efeitos inicialmente considerados, abrindo a possibilidade de considerar novos efeitos indicados pelos agentes econômicos. Ainda, a consulta pública amplia a visão do regulador, tal como é a função de qualquer diálogo e debate ordenado bem conduzido.
Além disso, a consulta pública corrobora para a legitimação da decisão tomada, que também é uma das funções da AIR. Pode contribuir nesse aspecto por ser capaz de envolver, além das partes afetadas, toda a sociedade, fazendo com que todos os agentes interessados contribuam com a realização da AIR, tornando-a mais equânime.
Dessa maneira, a utilização desse instrumento possibilita aproximar as agências da representação das demandas dos consumidores. Esta, por seu turno, quanto melhor informada e preparada, reforça a autonomia do regulador contra pressão de interesses de pequenos grupos organizados, por conformar base ampla de apoio, necessária até porque boa parte de iniciativas do regulador em prol do interesse público desagradam aos regulados.
Observe-se que a consulta pública tem maior utilidade para a AIR se for utilizada como subsídio para análise. Ou seja, se a sua realização for realmente para servir aos 1 Ver boas práticas recomendadas pela OCDE em OECD, “Regulatory Impact Analysis: Best Practices for Regulatory Quality and Performance”. Paris, 1997 reguladores com informações que serão utilizadas no abalançamento dos efeitos daregulação, e não só ser um instrumento de legitimação da decisão tomada, ou, e neste caso função da consulta é nula, como apenas uma etapa burocrática a ser seguida.
Contudo, certo cuidado deve ser tomado de modo a evitar o que Malyshev2 chama de “Fadiga da Consulta”, um efeito evidenciado no Canadá e no Reino Unido, segundo o qual as amplas consultas parecem ter resultado em uma fadiga por parte dos grupos de interesse, que se sentem sobrecarregados pelo extenso número de matérias sobre as quais têm de fornecer informação. O efeito, embora carregue um sinal positivo por indicar que um patamar altamente consultivo e transparente foi alcançado, pode reduzir o nível de qualidade dos comentários das partes envolvidas, prejudicando a tomada de decisão política.
Além disso, há ainda o problema da assimetria de informação e clássico problema da organização de grandes grupos. Ou seja, os interesses difusos organizam-se de forma muito mais precária do que interesses econômicos de pequenos grupos afetados – os regulados – daí a assimetria radical na capacidade de vocalizar propostas, sugestões e críticas construtivas.
Assim, a fim de atender às boas práticas acima mencionadas – “Conferir publicidade aos resultados” e “Envolver o público extensivamente” -, sugere-se que a AIR, no que se refere às consultas públicas, se estruture da seguinte forma:
- O regulador expõe à sociedade os motivos da criação ou revisão de uma regulação potencial e realiza consulta pública para obtenção das informações necessárias, como impactos em diversos agentes e possíveis formas para atingir os objetivos em questão;
- A partir das informações obtidas, o regulador elenca os efeitos relevantes, utiliza o(s) método(s) analítico(s) apropriado(s), toma uma decisão parcial, emite o texto da regulação (caso decida regular) e os motivos para tal (incluindo como ponderou os efeitos sobre os diversos agentes), e inicia nova consulta;
-A segunda consulta consiste em obter da sociedade considerações acerca do texto emitido, nos moldes de algumas consultas realizadas atualmente. Ao término da consulta, o regulador avalia as contribuições e emite a redação final da regulação, acompanhada da justificativa da decisão final tomada.
Com o intuito de evitar a fadiga da consulta e o dispêndio de recursos públicos, sugere-se a realização de um teste de limiar, a partir do número e teor das contribuições da primeira consulta, para verificar a necessidade de realização da segunda consulta. A realização das duas consultas atenderia aos princípios de transparência e prestação de contas, além de, no caso da primeira, servir como importante fonte de dados.
Em audiências públicas, sugere-se a utilização da tecnologia da informação disponível, como o uso de videoconferência, de modo a permitir a participação de agentes de localidades distantes de onde será realizada a audiência. Esta é uma maneira de permitir que agentes com recursos limitados exponham suas posições quanto ao tema em questão e que todos os interessados possam acompanhar as sessões.
Deve-se entender a AIR como uma ferramenta que pode auxiliar o regulador no processo de tomada de decisões, ao aumentar o entendimento dos impactos da ação do governo sobre o mundo real, integrar objetivos políticos múltiplos, aumentar transparência e participação social, e melhorar a accountabilty do governo. Todavia, deve 2 MALYSHEV, N. “The Evolution of Regulatory Policy in OECD Countries”. Paris: OECD, 2002 ser utilizada estritamente como elemento metodológico de avaliação, devendo ser sugerida, e não imposta ao regulador, e empregada no inicio do processo decisório, senão reduz-se a justificar a decisão já tomada. Verifica-se que há expertise e experiência acumulada nas agências que as tornam capazes de integrar, sem maiores dificuldades, os procedimentos de AIR dentro de suas rotinas. A adoção desse mecanismo poderá fortalecê-las frente à sociedade e contribuir para consolidar seus requisitos de autonomia e reputação técnica.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Ouvidoria participa de Congresso da Saúde

A Ouvidoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa participou do XXVIII Congresso do Conselho Nacional Secretarias Municipais de Saúde – CONASEMS nos dias 11 a 14 de junho, no Centro de Convenções, em Maceió/AL.
Durante o evento foram realizados seminários, painéis e oficinas com diversos temas da saúde, entre eles, “A sustentabilidade do SUS: Adesão da população no município por uma atenção regional integral e qualificada”.
O evento constituiu um momento para reflexão e discussão das políticas de saúde adotadas nas 3 esferas, federal, estaduais e municipais, além de proporcionar a troca de experiências entre os participantes em busca da melhoria e fortalecimento da gestão.
O Congresso reuniu centenas de pessoas, entre gestores municipais e estaduais de saúde, pesquisadores, técnicos, ouvidores, trabalhadores e usuários do SUS.
Fonte: Ouvidoria/ANVISA